Segunda-feira, 23 de Junho de 2008
Recados.

Este blog nasceu porque eu tenho sempre necessidade de dizer qualquer coisa.Isto nem sempre é uma coisa boa.Mas tambem sou a pessoa com mais defeitos que conheço.

De  maneiras que aqui o sistema politico é a democracia ditatorial.Eu digo o que quero, como quero , quando quero.Nunca ofendi ninguem , nunca disse qualquer mentira. A maioria dos posts sao desabafos, pensamentos, sentimentos...em suma sao um pouco de mim.

Por isso e a quem se atreveu a comentar o meu blog e a escarnecer sem perceber a minha intençao, sem sequer se aperceber que eu sou outra e que mudei e que apesar das minhas opinioes ,ja nao ando aqui sempre a dar cavaco as tropas , eu digo: e se fossem pentear macacos? hum?

Nao quero com isto dizer que só aceito comentarios que concordem comigo.Nem pensar que isso era uma chatice.

Obvio que ainda assim nao me  esqueço de agradecer todos os comentarios que por aqui pululam e que muito feliz me fazem, quanto mais nao seja para saber que alguem me lê. 

 

tenho dito.


sinto-me: quero lá saber.
música: nao me apetece.

publicado por finalmente feliz às 10:04
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5 comentários:
De João Cordeiro a 23 de Junho de 2008 às 10:57
Querida amiga, primeiro que tudo gostava de te agradecer os teus preciosos comentários.
De seguida apoiar a tua escolha em seres que és.
Somos nós mesmos que escolhemos nosso caminho. Fomos nós que fizemos o nosso passado.
E nosso Futuro, só depende de nós.
Todos devíamos arranjar uma maneira muito própria de encarar a vida.
Eu deveria ter feito como os outros e encontrar-me, aos quarenta, pai de família, funcionário público, cansado e contando os dias para a reforma. Mas, eu próprio desafiei o destino. Atirei-me a uma destruição metódica.
Tentei sempre ir mais além… mais além no amor, mais além da raiva, mais além deste mundo visível. Inclusive por todos os meios que dispunha, a mística ou a loucura.
A verdadeira vida devia estar algures…
Toda a minha vida experimentando, falhando, recomeçando, para sair, por fim, da minha triste condição.
A família, o amor, o trabalho, as férias, o passeio ao sol, não passavam de máscaras de carnaval oferecidas às pessoas, enquanto se espera que elas ordeiramente tomem o seu lugar no cemitério.
A grande maioria morre intacta. Ou seja, pouco diferentes do que nasceram, como pedaços de carvão, não consumido, a apodrecer nas profundezas de uma velha mina abandonada à sua sorte.
Esses não consumiram a vida. E, por vezes às portas da morte, revoltam-se por terem sido enganados, por sentirem, bem nesse instante que não viveram, ou que não os deixaram viver.
Pelo menos, eu tentei sempre afastar as máscaras do degredo psíquico. Mesmo agora, gasto, esfarrapado e grogue.
Mesmo nos detalhes do rosto, quando me pormenorizo ao espelho, conto os sulcos visíveis que são uma espécie de insígnia da vida.
Há muito tempo que ando com vontade de escrever outro livro. Se já escrevi algum…

Um beijo


De finalmente feliz a 23 de Junho de 2008 às 11:15
Meu caro amigo...como o entendo.aos 28 anos entendi que nao era feliz.ate essa altura, e usando as suas palavras(+/-) nao fazia nada que nao fosse o esperado.Ate que me rebelei.Entendi que nao estava bem e fui contra tudo e contra todos.Muito sofri, e sofro.Mas fiz da minha vida aquilo que entendi.tenciono deixar a minha marca nesta vida.Pode ser na pessoa da minha filha, nos acontecimentos que se seguirao na minha vida ou ate quem sabe em algo mais importante.
ou nao.mas desistir é que nunca.
isso jamais.

muito agradeço a sua visita e as suas palavras.por favor volte.


De M.Luísa Adães a 26 de Junho de 2008 às 16:03
Li , comento, gostei!

Concordo com o que dizes; ninguém tem o direito de acusar o outro, ou de escarnecer desse outro!

Aconteceu-me! Paciência! Tomar cuidado!

Beijos,

Maria Luísa


De finalmente feliz a 26 de Junho de 2008 às 22:25
ola
sei de quem esta a falar...lamento.
mas a vida continua....

bjocas


De M.Luísa Adães a 27 de Junho de 2008 às 06:59
Sabe de quem estou a falar? Por essa não esperava; tenho muito a aprender!

Fico com os bons amigos que tenho - e chega!

Paciência...a vida continua...

Mas não acredite em semelhante infâmia!
O que foi dito é muito grave! No mundo comum, tudo se iria passar doutra forma;
Aqui? Com cuidado, vamos em frente e é, para esquecer1

Beijos,

Maria Luísa



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